25 de jun. de 2012

Farinha de Banana verde: veja os benefícios


Estudos científicos brasileiros indicam que a farinha de banana verde, rica em carboidrato, faz muito bem ao corpo e pode reduzir os níveis de açúcar no sangue, tendo grande potencial para melhorar a qualidade de vida de quem é portador de diabetes.
A banana é um alimento completo, rico em carboidratos, vitaminas A e C, eletrólitos (sobretudo o potássio) e sais minerais. Muitas civilizações através da história dependeram em grande parte da banana para sobreviver. Mas estudos brasileiros estão tentando utilizar o poder de uma substância encontrada na banana verde: o amido resistente.
A principal característica desse tipo de amido é que não é digerido pelo intestino delgado e ao chegar ao intestino grosso é processado pelas bactérias da flora intestinal, resultando em substâncias benéficas para o organismo.
Como a banana verde não é agradável para ser ingerida, pesquisadores brasileiros criaram um processo para fazer farinha de banana verde (processo patenteado) que pudesse ser utilizada para fazer alimentos, substituindo em parte a farinha de trigo.
A farinha da banana verde mostrou-se eficaz para o controle da glicose no sangue e apresenta baixo teor calórico, fato que ajuda no emagrecimento saudável. Além disso, a farinha de banana verde pode reduzir o apetite aumentando a sensação de saciedade.

Ácido Alfa-Lipoico: antioxidante universal


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Ácido Alfa Lipoico aumenta o fluxo sanguíneo para os nervos e melhora a condução dos impulsos nervosos, sendo indicado no tratamento de problemas neurológicos – como dormências e formigamentos – de qualquer origem, não apenas os decorrentes do diabetes. O ácido alfa lipoico é uma coenzima antioxidante muito eficaz, pois além de combater os radicais livres, ele regenera os tecidos lesados.
Alguns denominam o ácido lipoico de “antioxidante universal” devido a sua capacidade de combater os radicais livres tanto em locais gordurosos como locais baseados em água, tais como a pele e os músculos, pois o mesmo é solúvel tanto na água quanto na gordura. Além disso, o ácido alfa lipoico auxilia nos efeitos de desenvolvimento de massa muscular. Atualmente, este ácido atua sinergicamente incrementando outros antioxidantes fazendo-os ficarem bem mais potentes.
O tratamento com o ácido alfa lipoico diminui as concentrações de lactato (ácido lático) e de piruvato (ácido pirúvico) no soro sanguíneo, além de melhorar a eficácia da glicose na perda de peso em pacientes obesos com diabetes do tipo 2.
O ácido lipoico é o único nutriente que demonstrou grande eficácia na redução da glicose. A capacidade do ácido alfa lipoico melhorar a redução da glicose é um efeito muito importante e que pode melhorar a distribuição de outros nutrientes. Imitando a insulina, este ácido aumenta a captura de glicose, pelas células musculares, em 65%. O estímulo deste transporte de glicose é realizado através da participação do ácido lipoico na insulina. O ácido lipoico provoca uma ascendente mudança na curva glicose-insulina dose-resposta. Esta é uma importante função que pode melhorar a captura de nutrientes pelas células musculares e circulação de proteínas.
Uma das indicações básicas do ácido alfa lipoico é no tratamento de lesões neurológicas, inclusive a neuropatia diabética, uma complicação tardia do diabete que provoca dor e perda da sensibilidade nos membros. Para os diabéticos insulinodependentes e não insulinodependentes o ácido alfalipoico vem sendo usado por mais de 30 anos na Europa para tratar a neuropatia diabética, pois ajuda a regular açúcar no sangue e previne neuropatia diabética e cardiopatia. O ácido lipoico não só protege o sistema nervoso, mas também pode estar envolvido na regeneração dos nervos.